Empresa que gere o trânsito em Ribeirão vai desembolsar R$ 45,8 mil; ouça a coluna ‘De Olho na Política’ com Marcelo Fontes
Operação Cevandija: A Busca por um Juiz
A Operação Cevandija enfrenta uma situação inédita: a recusa de cinco juízes em assumir o caso. Quatro juízes de Ribeirão Preto se declararam suspeitos, e um quinto, de Sertãozinho, também recusou a incumbência. O Conselho Superior da Magistratura terá que designar um novo juiz, que terá o desafio de lidar com a decisão do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) que anulou as escutas telefônicas. Há um recurso contra essa decisão do STJ, gerando ainda mais incertezas sobre o futuro do processo. A anulação das escutas impacta diretamente nos desdobramentos da operação, afetando inúmeros processos. A situação levanta questionamentos sobre o futuro dos réus, especialmente Sandro Rovane, único preso em regime fechado, e outros que aguardam em prisão domiciliar.
A Transepe e o Rebranding de R$ 45 Mil
A Transepe, empresa responsável pelo trânsito em Ribeirão Preto, contratou uma empresa por R$ 45.800,00 para um processo de rebranding. A contratação, sem licitação, gerou questionamentos. O projeto inclui o redesenho da logomarca, mas também abrange a reformulação da função e objetivos da empresa. O valor total será pago em três parcelas, de acordo com as etapas do projeto: análise diagnóstica, rebranding e jornada investigativa. A Transepe também está investindo em uma nova central de monitoramento por câmeras, com instalação nos corredores do transporte coletivo urbano, visando otimizar o gerenciamento do trânsito na cidade.
Desafios e Implicações
A recusa dos juízes em assumir a Operação Cevandija demonstra a complexidade do caso e as implicações da decisão do STJ. Enquanto isso, a contratação da Transepe levanta debates sobre transparência e licitações. Ambas as situações demandam acompanhamento atento da população e da imprensa, para garantir a justiça e o uso eficiente dos recursos públicos.