Exames apontam que batimentos cardíacos sobrem em momentos de trânsito e filas de espera
O trânsito: um vilão para a saúde cardiovascular
O estresse no volante
Silvia, uma vendedora de 55 anos com 20 anos de experiência no ramo, relata que o trânsito é sua principal fonte de estresse. A correria do dia a dia, muitas vezes, nos leva a negligenciar momentos de paz e tranquilidade, abrindo espaço para o estresse. Para Silvia, esse estresse se manifesta no trânsito, impactando inclusive sua saúde.
Consequências para a saúde
Em um dia de trabalho, Silvia passou mal devido ao estresse do trânsito. Para avaliar os impactos na sua saúde cardiovascular, ela utilizou um equipamento de monitoramento por 24 horas, que registrou seus batimentos cardíacos e pressão arterial em diferentes situações: folgas, trânsito e trabalho. Os resultados revelaram que, enquanto sua frequência cardíaca média em folgas era de 89 bpm (80-89 bpm), no trânsito, ela subia para quase 100 bpm. O cardiologista alertou sobre os riscos à saúde cardiovascular, como o aumento da probabilidade de infarto ou derrame, caso o estresse persista.
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Dicas para um trânsito mais tranquilo
Apesar da pressão arterial de Silvia ter se mantido estável (12 por 7), o médico recomendou exercícios físicos (pelo menos cinco vezes por semana), alimentação saudável e, principalmente, a busca por tranquilidade ao dirigir. A recomendação é transformar o carro, ferramenta de trabalho, em um ambiente mais agradável, usando o trânsito a favor, e não contra, a saúde. Evitar o estresse no trânsito é fundamental para prevenir problemas cardíacos.
O estresse no trânsito é um problema real que afeta muitas pessoas. Embora a impaciência seja inerente em algumas situações, é crucial buscar estratégias para lidar com ela e preservar a saúde cardiovascular. A experiência de Silvia serve como um alerta para a importância de priorizar a saúde mental e física, mesmo em meio à rotina agitada.



