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Transportadora parceira da Buser, que teve carro fiscalizado em Ribeirão, descarta irregularidades no serviço

Artesp informou que impediu que o ônibus operasse, pois é proibida a venda de passagens individuais por essas empresas
fiscalização Buser
Artesp informou que impediu que o ônibus operasse, pois é proibida a venda de passagens individuais por essas empresas

Artesp informou que impediu que o ônibus operasse, pois é proibida a venda de passagens individuais por essas empresas

Nesta quarta-feira, a Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) realizou uma operação de fiscalização em Ribeirão Preto, surpreendendo passageiros e empresas de ônibus que realizam viagens intermunicipais.

Impacto nos Passageiros

Usuários que já estavam a bordo dos ônibus foram obrigados a desembarcar, causando atrasos e transtornos. Bruna Moran de Brambila, arquiteta com viagem marcada para São Paulo, relatou o prejuízo com o atraso, perdendo o horário de um compromisso. Nelson Pereira de Castro, médico, também se disse surpreendido pela situação, tendo seu horário comprometido. Caroline Ferracini, empresária que utiliza frequentemente este tipo de transporte por seu baixo custo, destacou a importância do serviço para estudantes com menor poder aquisitivo.

A Perspectiva das Empresas

Sidney Gazola, proprietário de uma transportadora parceira da Buzer (empresa que freta os ônibus), relatou a apreensão de três ônibus durante a fiscalização. Ele afirma que sua empresa cumpre todas as exigências da Artesp, contrariando a Secretaria de Transporte. A Artesp, por sua vez, informou que empresas autorizadas a prestar serviço de fretamento não podem vender passagens individuais, prática realizada pela Buzer. A Abra Freque (Associação Nacional dos Fretadores Colaborativos) se solidarizou com as empresas afetadas, alegando perseguição e prejuízos econômicos.

Desdobramentos e Reações

A Artesp divulgou nota informando que a operação, realizada entre segunda e quinta-feira, resultou na fiscalização de 65 veículos na região de Ribeirão Preto. A Buzer, em nota, garantiu que nenhum passageiro ficou prejudicado, providenciando transporte alternativo (táxis) para São Paulo. A situação gerou debates sobre a regulamentação do setor, com diferentes atores defendendo seus interesses. A fiscalização expôs a complexidade do transporte intermunicipal e a necessidade de soluções que conciliem a regulamentação com as necessidades dos usuários e das empresas.

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