Viagem para o Santuário no MT estava previsto para hoje, mas a elefanta apresentou sinais de ‘insegurança’
A elefanta, que deveria ser transferida hoje para um santuário, não se adaptou à caixa de transporte. Segundo Daniel Moura, biólogo do Santuário dos Elefantes do Brasil, o animal demonstra resistência ao fechamento da caixa, apesar de se sentir confortável em seu interior.
Adaptação gradual
O processo de ambientação da elefanta com a caixa de transporte segue uma rotina criada para minimizar o estresse. A alimentação é feita dentro da caixa, e o procedimento é conduzido pelo tratador habitual do animal, com o auxílio da equipe técnica do santuário. A prioridade é garantir o bem-estar da elefanta, respeitando sua vontade e evitando qualquer tipo de força.
Priorizando o bem-estar animal
Daniel Moura enfatiza a importância da ética e da responsabilidade no processo. A climatação, que dura pelo menos cinco dias, busca criar uma relação de confiança entre o animal e a equipe, evitando o estresse e garantindo que a elefanta se sinta segura. A equipe optou por adiar a viagem para hoje, dando à elefanta um dia de descanso, e retomará o processo amanhã.
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Um futuro melhor para a elefanta
A transferência para o santuário visa proporcionar à elefanta uma melhor qualidade de vida, com um ambiente mais adequado às suas necessidades. No santuário, ela terá espaço amplo e a oportunidade de socializar com outros elefantes, ou não, respeitando sua autonomia. O santuário oferece uma estrutura superior à dos zoológicos brasileiros, garantindo o bem-estar da elefanta em cativeiro.



