Vereador é acusado pelo MP de fazer parte de um esquema em que ele teria sido beneficiado e eleito nas eleições de 2016
Pedido negado
O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) negou o pedido do vereador Isaac Antunes (PR) de Ribeirão Preto para suspender o processo em que é acusado de crime eleitoral. O Ministério Público afirma que Antunes se beneficiou de um esquema fraudulento durante a campanha eleitoral de 2016.
Esquema fraudulento
De acordo com a acusação, o vereador teria usado cadastros de pessoas com dívidas em bancos e empresas para impulsionar sua campanha. Mais de 50 mil ações foram encontradas em Ribeirão Preto, envolvendo vítimas que desconheciam a existência dos processos. Advogados envolvidos no esquema já foram presos há dois anos.
Recurso ao TSE
O Ministério Público sustenta que Antunes utilizou esses cadastros para angariar votos. O vereador nega as acusações, mas caso seja condenado, poderá perder o mandato e ficar inelegível por oito anos. Antunes informou que irá recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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O caso segue em andamento e aguarda os próximos desdobramentos da justiça eleitoral.



