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Três anos após morte, Polícia ainda não prendeu o responsável pela morte de uma trans, em Ribeirão

Milena Massafera foi morta a facadas no apartamento onde morava, em abril de 2021; câmera flagrou o suspeito chegando ao prédio
Três anos após morte
Milena Massafera foi morta a facadas no apartamento onde morava, em abril de 2021; câmera flagrou o suspeito chegando ao prédio

Milena Massafera foi morta a facadas no apartamento onde morava, em abril de 2021; câmera flagrou o suspeito chegando ao prédio

Três anos após o crime que vitimou Milena Massaferra, de 34 anos, em abril de 2021, a polícia Civil de Ribeirão Preto mantém o inquérito aberto e segue na tentativa de identificar o principal suspeito. Milena foi atacada e morta por facadas dentro do próprio apartamento, e o caso continua sem resolução.

O crime e as imagens

Imagens de câmeras de segurança obtidas pela investigação mostram um homem chegando ao prédio da vítima na noite anterior à descoberta do corpo. Segundo a polícia, o indivíduo apareceu no local por volta das 22h30, aguardou na porta e, três minutos depois, Milena chegou em outro veículo. Ambos subiram ao apartamento; cerca de 30 minutos depois o homem deixou o prédio a pé, com roupas diferentes das que usava ao chegar. Desde então, ele é considerado o principal suspeito pelo crime.

A investigação em curso

O delegado Rodolfo Latifsteba, responsável pelo caso, informou por mensagens via WhatsApp que preferiu não gravar entrevista, mas garantiu que o inquérito permanece aberto. Segundo o delegado, o esclarecimento do crime depende necessariamente da identificação do suspeito, o que ainda não ocorreu. A Polícia Civil informou que trabalha em colaboração com equipes de outros estados para tentar localizar e identificar o homem que aparece nas imagens.

Reação de amigos e familiares

Amigos e familiares de Milena manifestaram revolta com a demora em prender o responsável pela morte. O caso segue repercutindo na cidade e foi relembrado em reportagens locais, que detalham as imagens e trazem depoimentos de quem convivia com a vítima. Autoridades e moradores acompanham o desenrolar das apurações na expectativa de que o suspeito seja encontrado e responsabilizado.

O caso permanece acompanhado pela polícia e pela comunidade, que aguardam novas informações e uma resposta efetiva das investigações.

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