No dia 28, as cidades de Rio Claro, Araras e Monte Azul Paulista definirão os novos chefes do executivo para exercício de 2 anos
Eleitores de três cidades da região – Araras, Monte Azul Paulista e Rincão – terão eleições suplementares para prefeito e vice-prefeito em outubro. Trata-se de um mandato tampão, com duração de apenas dois anos, devido à cassação dos prefeitos eleitos anteriormente.
Cassação dos Prefeitos e Eleições Suplementares
Em Monte Azul Paulista, o prefeito Paulo Sérgio Davi e o vice Fábio Gerônimo Marques foram cassados por abuso de poder político nas eleições de 2016. Em Araras, Pedrinho Elisão Filho teve seu registro de candidatura negado após a eleição devido à Lei da Ficha Limpa. Já em Rincão, a prefeita Teresinha Ignecervidôna foi cassada após rejeição de suas contas de 2012, enquadrando-se em crime de responsabilidade fiscal por gastos excessivos com folha de pagamento, ultrapassando o limite prudencial de 52% do orçamento.
Cronograma Eleitoral
As convenções partidárias devem ocorrer até 19 de agosto, com início da propaganda eleitoral no dia 23. As eleições estão marcadas para 28 de outubro. A proximidade com as eleições estaduais e federais pode gerar confusão e sobreposição de campanhas. O curto período até a eleição dificulta a implementação de projetos pelos novos prefeitos.
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Implicações e Reflexões
A realização de eleições suplementares em curto prazo impacta a gestão municipal. Embora os presidentes das câmaras municipais assumam interinamente, eles não possuem a mesma capacidade de gestão que um prefeito eleito. A situação levanta questionamentos sobre o processo eleitoral e a fiscalização das contas públicas, principalmente no que diz respeito à aplicação da Lei da Ficha Limpa e ao controle dos gastos públicos municipais. A urgência em escolher novos prefeitos é crucial para garantir a continuidade dos serviços públicos e o desenvolvimento das cidades.



