Os responsáveis pelas mortes de Regiane de Moura Silva, Luiz Cláudio Mazzuca Filho e Jaqueline Antoniassi, seguem foragidos
Casos de assassinatos em Ribeirão Preto sem solução geram angústia em familiares e insegurança na população.
Famílias buscam respostas
Parentes de vítimas de assassinatos ocorridos em Ribeirão Preto em 2023 ainda aguardam respostas da polícia. A demora nas investigações e a falta de solução em diversos casos, como o assassinato de Jaqueline de Fátima Antônio Yaze em outubro, causam sofrimento e indignação. Sua família clama por justiça, sem pistas sobre o paradeiro do namorado, principal suspeito do crime motivado por ciúme. Outro caso sem solução é o assassinato de Regiane Carneiro de Moura Silva, em maio, onde o companheiro fugiu com o filho de três anos.
Investigações e desafios
A morte do empresário Luiz Claudio Mazuca Filho, assassinado em setembro enquanto saía de uma academia, também permanece sem solução. O crime, cometido com armas de grosso calibre, demonstra a violência presente na cidade. A falta de esclarecimento desses crimes gera insegurança na população, que espera a identificação e punição dos culpados. Especialistas apontam que a falta de acesso a provas e indícios, especialmente dados de celulares, dificulta as investigações. A falta de investimento em segurança pública também é apontada como um fator crucial que impacta a eficiência das investigações policiais.
A busca por justiça
A Secretaria de Segurança Pública do Estado não se pronunciou sobre os questionamentos feitos pela imprensa devido ao feriado. A lentidão nas investigações e a falta de recursos refletem na ineficiência na resolução de crimes graves, gerando um sentimento de impunidade e insegurança na população de Ribeirão Preto, que anseia por justiça e mais agilidade nas investigações policiais.



