USP, Unesp e Unicamp prometem até cancelar a matrícula de quem recusar a vacina sem motivo comprovado
As três maiores universidades públicas de São Paulo — USP, Unicamp e Unesp — adotaram medidas rigorosas para o retorno às aulas presenciais em 2022, exigindo o passaporte de vacinação contra a Covid-19 de toda a comunidade universitária, incluindo calouros. A recusa à vacinação, sem justificativa médica comprovada, pode resultar no cancelamento da matrícula.
Impacto na USP de Ribeirão Preto
No campus da USP em Ribeirão Preto, a medida afeta quase mil professores, mais de dois mil funcionários e treze mil estudantes. A dispensa da vacinação exige atestado médico com justificativa científica para contraindicação.
Máscaras e Proteção Coletiva
Apesar da liberação do uso de máscaras em espaços abertos pelo governo, as universidades decidiram manter a obrigatoriedade em todos os ambientes do campus, priorizando a proteção coletiva. Na Unesp, a exigência do passaporte de vacinação foi substituída por recomendação enfática. A justificativa para essas medidas é a segurança de um ambiente acadêmico com maior imunização, protegendo a comunidade universitária.
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Respaldo Legal
As decisões das universidades têm respaldo no Conselho Estadual de Educação e em decisões do Supremo Tribunal Federal que priorizam a proteção coletiva. A USP, por exemplo, exige a vacinação completa para o retorno presencial às aulas.
O retorno presencial, portanto, ocorre com medidas de segurança reforçadas, buscando conciliar a retomada das atividades acadêmicas com a preservação da saúde de toda a comunidade universitária.



