Sindicatos dos Servidores Municipais não descarta pedir a interrupção das atividades presenciais em caso de novos casos
Suspeitas de Covid-19 levam escolas de Ribeirão Preto a suspender aulas presenciais em algumas turmas
Casos Suspeitos e Quarentena
A Secretaria Municipal da Educação de Ribeirão Preto suspendeu as aulas presenciais em turmas de três escolas da cidade após professores apresentarem sintomas suspeitos de Covid-19. As escolas afetadas são a Escola José Pedro Moreira (Parque Ibram), a Escola Maria Aparecida Bonini (Jardim Progresso) e o Centro de Educação Maria Regina Cavalcante (Jardim Progresso). Os professores foram colocados em quarentena, assim como suas respectivas turmas. Apesar disso, as escolas permanecem abertas para o ensino presencial nas demais turmas.
Resposta do Sindicato e da Secretaria
O Sindicato dos Servidores Municipais de Ribeirão Preto e Região solicitou à Secretaria da Educação um relatório detalhado sobre os casos suspeitos. O presidente do sindicato, Valdir Avelino, afirmou que as informações recebidas até o momento são verdadeiras e que a vigilância sanitária está atuando para afastar imediatamente os profissionais com sintomas. Avelino também mencionou que, em caso de aumento significativo de casos, o sindicato pode solicitar a suspensão das aulas na justiça, baseando-se em um acordo prévio com a justiça do trabalho. A Secretaria da Educação informou que os exames dos funcionários ainda não foram concluídos, portanto, não há confirmação de infecção pelo novo coronavírus.
Leia também
Retorno às Aulas e Protocolos de Segurança
É importante ressaltar que na semana anterior, as aulas presenciais na Escola Ana Maria Shufalo foram suspensas devido a um caso confirmado de Covid-19 em uma professora. As aulas foram retomadas na quinta-feira, após o período de quarentena, com os alunos realizando atividades remotas. A Secretaria da Educação também informou que, na primeira semana após a reabertura das escolas (20 de setembro), 26 mil dos 47 mil alunos matriculados na rede municipal participaram das aulas presenciais. O retorno às aulas não é obrigatório, e os pais que optarem por manter seus filhos em casa devem assinar um termo de opção. A situação continua sendo monitorada de perto pelas autoridades.



