Além da ex-prefeita, envolvidos no esquema de propina na Prefeitura de Ribeirão também terão futuro definido no julgamento
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) julga nesta quarta-feira (data a ser preenchida) o caso da ex-prefeita de Ribeirão Preto, Michelle Souza, e outros envolvidos em um esquema de propina na prefeitura. A decisão dos desembargadores pode manter, aumentar, diminuir ou até anular as penas aplicadas em primeira instância.
O julgamento e seus desdobramentos
O julgamento reexamina a condenação da ex-prefeita e dos demais acusados, que atualmente cumprem pena. Entre os réus estão Mar Contorre dos Santos e Sandro Rouvani, com condenações anteriores em outra ação, a Operação Sevandígia. Wagner Rodrigues, ex-presidente do sindicato dos servidores, é o único que fez acordo de delação premiada e seu futuro também depende da decisão do TJ-SP.
A Operação Sevandígia e seus impactos
A Operação Sevandígia, deflagrada em setembro de 2016, investiga o desvio de mais de 200 milhões de reais dos cofres públicos. Todos os réus, exceto o ex-presidente do sindicato, alegam inocência. A sentença do TJ-SP terá grande impacto, podendo ser alvo de recursos ao STJ e STF, prolongando o processo por anos.
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Próximos passos e considerações
Acompanharemos os desdobramentos do julgamento e traremos atualizações. Um advogado especialista em direito penal comentará sobre as possibilidades de recurso e o tempo estimado para o processo se esgotar. A espera por uma decisão final, após quatro anos de investigações, mantém a atenção voltada para o caso e suas implicações para Ribeirão Preto.



