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Tristeza do Jeca completa 100 anos como símbolo da música caipira

Sala de Música relembra a história da canção de Angelino de Oliveira e sua consolidação como clássico do sertanejo raiz
tristeza
Prepperka de Getty Images/Canva

A coluna Sala de Música desta semana celebrou os 100 anos da primeira gravação com letra de Tristeza do Jeca, composta por Angelino de Oliveira. A versão cantada data de 1926, embora a obra já tivesse sido registrada anteriormente em formato instrumental. Ao longo do programa, a comentarista destacou como a canção se transformou, ao longo das décadas, em um dos maiores símbolos da música caipira brasileira.

Inicialmente com características mais próximas da canção urbana da época, a música só incorporou definitivamente elementos da viola caipira e do canto em terças paralelas em versões posteriores, como as gravadas por duplas tradicionais. A consolidação veio com intérpretes como Tião Carreiro & Pardinho e Tonico & Tinoco, que ajudaram a firmar o estilo conhecido hoje como sertanejo raiz.

A coluna também relembrou a influência do personagem Jeca Tatu, criado por Monteiro Lobato, e a presença da canção no cinema, como no filme de Amácio Mazzaropi. Quer revisitar essa trajetória e ouvir as versões históricas que marcaram época? Acompanhe o áudio completo da Sala de Música no site da CBN Ribeirão Preto.

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