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O pão de queijo, um dos maiores símbolos da culinária brasileira, teve seu dia nacional comemorado em 17 de atrássto. Essa iguaria, que conquistou o paladar de muitos, foi oficialmente instituída como patrimônio cultural, ganhando um dia especial no calendário.
A Origem e a História do Pão de Queijo
A história do pão de queijo remonta às raízes indígenas do Brasil, onde a mandioca, principal ingrediente que fornece o amido para a receita, já era amplamente utilizada. Com a influência europeia, especialmente no século XVIII, as fazendas leiteiras de Minas Gerais encontraram no queijo uma forma de aproveitar o excedente de leite. A combinação do polvilho de mandioca, ovos, leite e queijo pelas cozinheiras das fazendas mineiras resultou na criação do pão de queijo como conhecemos hoje.
Doce ou Azedo: Qual Polvilho Usar?
Uma dúvida comum é a diferença entre o polvilho doce e o azedo. Ambos têm a mesma origem, mas passam por processos distintos. O polvilho doce é simplesmente ralado e processado, enquanto o azedo passa por um processo de fermentação que dura de uma a três semanas. Essa fermentação confere ao polvilho azedo características que resultam em um pão de queijo mais cascudo e com uma casquinha crocante. A combinação de ambos os polvilhos é o segredo para um pão de queijo perfeito, unindo maciez, elasticidade e crocância.
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Inovação: Bolo de Pão de Queijo
A paixão pelo pão de queijo inspirou a criação de uma versão maior e ainda mais saborosa: o bolo de pão de queijo. Com algumas adaptações na receita tradicional, é possível criar um bolo macio e elástico, perfeito para compartilhar com a família e amigos. As variações são inúmeras, desde a adição de linguiça e presunto até goiabada e doce de leite, elevando essa iguaria a um novo patamar.
O pão de queijo, com sua história rica e sabor inconfundível, continua a encantar gerações e a inspirar novas criações na culinária brasileira.