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UBS do Parque Ribeirão é invadida por quadrilha

Ouça a reportagem da CBN Ribeirão com Caetano Cury
UBS Parque Ribeirão
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A Unidade Básica de Saúde Waldemar Pessoa, localizada no Parque Ribeirão Preto, enfrenta um momento crítico. Após um crime ocorrido na noite anterior, os funcionários se reuniram para discutir a situação, gerando um clima de insegurança que já pairava sobre o local.

Insegurança e Reações

O atendimento foi retomado, mas a sensação de vulnerabilidade persiste. O prefeito em exercício, Marinho Sampaio, o secretário da Saúde, Stênio Miranda, e o superintendente em exercício da Guarda Civil Municipal, Alexandre Pastova, aguardam uma reunião agendada para as 15h na sede do Comando de Policiamento do Interior 3, com o coronel da PM José Roberto Malaspina, para se pronunciarem sobre o caso. Em nota, o Palácio Rio Branco informou que o problema é de segurança pública e que os guardas municipais não puderam agir durante a invasão, que ocorreu com cerca de 30 pessoas, entre funcionários e pacientes, no local.

Promessas e Falhas na Segurança

Funcionários preferiram não comentar o ocorrido. A chefia do posto de saúde aguarda a reunião para definir um posicionamento e possíveis soluções. Havia um pedido por reforço da Guarda Civil Municipal, que chegou a comparecer ao posto, inclusive com a promessa de atuação em tempo integral, das 7h ao fim do expediente. No entanto, um assalto a uma dentista na sexta-feira, que desencadeou os protestos, ocorreu às 16h, demonstrando a fragilidade da segurança. A insatisfação é generalizada, tanto por parte dos funcionários quanto dos pacientes, que se sentem desprotegidos. As câmeras de segurança, inclusive, estavam desligadas no momento do crime, apesar de promessas anteriores de que estariam em funcionamento.

O Assalto e o Clima de Terror

Após dias de paralisação e promessas de reforço na segurança, cinco homens armados invadiram a unidade por volta das 20h30, renderam dois guardas civis municipais, levaram suas armas e coletes à prova de balas, e fizeram funcionários reféns. Funcionários relataram momentos de terror, com criminosos ameaçando-os de morte. Um idoso que tomava medicação chegou a passar mal. Um médico, em desespero, enviou um e-mail pedindo socorro durante o assalto. O sistema de monitoramento, recentemente instalado, estava desligado, com a última gravação datada de terça-feira às 21h40. A gerente da unidade alegou que as chuvas do dia anterior poderiam ter causado o problema, mas a causa exata ainda é desconhecida.

As autoridades municipais buscam soluções para restabelecer a segurança e a confiança na unidade de saúde.

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