Confira a resenha de mais uma edição do longametragem com Marcos de Castro na coluna ‘Cinema’
Em entrevista exclusiva, o crítico de cinema Marcos de Castro analisou o mais recente filme dos Caça-Fantasmas, lançado em 2021. A conversa abordou as expectativas em torno do longa, considerando o fracasso da versão feminina de 2016, e a recepção do público e da crítica.
Um Legado Renovado
Marcos demonstrou surpresa com o teaser do filme, lembrando-se da frustrante tentativa de reboot de 2016. No entanto, desta vez, a produção optou por ignorar a versão anterior e seguir a linha narrativa dos filmes de 1984 e 1989. O diretor Jason Reitman, filho de Ivan Reitman (diretor dos dois primeiros filmes), assumiu a responsabilidade de entregar uma terceira parte à altura da franquia, reunindo o elenco original: Bill Murray, Dan Aykroyd, Ernie Hudson e Sigourney Weaver.
Elenco e Modernização
O retorno do elenco original é, segundo Marcos, o ponto alto do filme. A dinâmica entre os atores mais velhos, a comédia e a forma como a trama integra a modernização da tecnologia dos Caça-Fantasmas (incluindo o Ecto-1) são elogiados. A adição de novos personagens, como Paul Rudd e Finn Wolfhard, também contribui para o sucesso do filme, que equilibra nostalgia e elementos novos. A trama envolve uma casa mal-assombrada e um perigo apocalíptico, misturando terror, comédia e referências aos filmes anteriores.
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Sucesso de Bilheteria e Legado
Apesar do contexto de pandemia, o filme tem se mostrado um sucesso de bilheteria. Marcos argumenta que, mesmo sem superar os números de orçamento de filmes anteriores, o longa já é considerado um sucesso, considerando a retomada dos cinemas e a superação do fracasso de 2016. A nostalgia gerada pelos filmes originais, acessíveis em plataformas de streaming, contribui para o sucesso da nova versão. O crítico finaliza ressaltando o filme como uma ótima opção para toda a família, com humor leve e uma mensagem sobre a importância dos laços familiares.



