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Um mês após anulação de escutas, Operação Sevandija segue sem juiz

Dois magistrados se declaram suspeitos para seguirem no caso; Marcelo Fontes explica na coluna 'De Olho na Política'
Operação Sevandija
Dois magistrados se declaram suspeitos para seguirem no caso; Marcelo Fontes explica na coluna 'De Olho na Política'

Dois magistrados se declaram suspeitos para seguirem no caso; Marcelo Fontes explica na coluna ‘De Olho na Política’

Nesta edição do Giro CBN, acompanhamos os destaques da política local de Ribeirão Preto.

Sessão da Câmara Municipal: Novos Projetos

A sessão da Câmara Municipal trouxe dois projetos importantes. O primeiro, de autoria da vereadora Judete Zilli (PT), propõe a criação do SisVerde, um sistema de monitoramento em tempo real das áreas de proteção ambiental do município. O sistema, baseado em satélites e disponível online, permitirá acompanhar a situação das áreas verdes de Ribeirão Preto. As despesas do projeto serão custeadas por dotações orçamentárias próprias. Após passar pelas comissões permanentes para análise de constitucionalidade, o projeto seguirá para votação.

Outro projeto relevante é o do prefeito Duarte Nogueira, que prevê um remanejamento de aproximadamente R$ 7 milhões para a Secretaria de Infraestrutura. Os recursos serão destinados a serviços de limpeza urbana, incluindo manutenção e manejo de resíduos verdes (R$ 4.180.000), conservação de áreas públicas (R$ 960.000), e suporte operacional (R$ 335.000, incluindo marmitex para funcionários, rastreamento de veículos, e vigilância patrimonial). A verba também cobrirá manutenção de veículos (R$ 115.000), combustível (R$ 700.000), locação de contêineres e vigilância de parques (R$ 690.000).

Operação Cervandija: Impasse Judicial

Completando um mês desde a suspensão das escutas telefônicas da Operação Cervandija, a situação permanece indefinida. A definição de um juiz para conduzir a operação enfrenta dificuldades, após o juiz Lucio Alberteneias ter deixado o caso e o magistrado da 3ª Vara Criminal ter se declarado impedido. A ausência de um juiz designado para analisar a situação, considerando a decisão de 3ª instância que determina a reanálise das provas sem as escutas, cria um impasse significativo. Sandro Rovane, preso desde 2017, aguarda decisão sobre seu pedido de habeas corpus, enquanto a operação permanece paralisada, aguardando a nomeação de um novo juiz para avaliar as provas restantes, sem o auxílio das escutas telefônicas, que foram a base da maior parte das evidências.

A falta de um juiz designado para a Operação Cervandija gera incertezas sobre o futuro do processo, uma vez que as escutas telefônicas constituíam a base de grande parte das provas. A definição de um novo magistrado é crucial para que o caso possa prosseguir.

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