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Um sintoma que não discrimina cor, sexo ou gênero: tema do CBN Saúde e Bem-Estar é a dor crônica!

Diferente do que muitos pensam, a dor crônica é mais presentes nos jovens do que na terceira idade; confira a análise!
dor crônica
Diferente do que muitos pensam, a dor crônica é mais presentes nos jovens do que na terceira idade; confira a análise!

Diferente do que muitos pensam, a dor crônica é mais presentes nos jovens do que na terceira idade; confira a análise!

A dor, sensação presente na vida de todos em algum momento, não é exclusividade da terceira idade. Estudos recentes apontam um aumento significativo de casos de dor crônica em jovens, principalmente após a pandemia de Covid-19.

Dor Crônica: Uma Doença e não Apenas um Sintoma

Até o ano 2000, a dor era considerada apenas um sintoma. Hoje, a compreensão evoluiu: a dor crônica é reconhecida como uma doença, requerendo tratamento específico, assim como hipertensão ou outras condições crônicas. Seu impacto na qualidade de vida é significativo, podendo inclusive aumentar a suscetibilidade a outras doenças, como transtornos de personalidade.

Dor Crônica na Juventude: Novos Desafios

A pesquisa revelou um aumento alarmante de casos de dor crônica em adolescentes e jovens. O sedentarismo, exacerbado pelo uso excessivo de eletrônicos e pela redução de atividades físicas, é um fator crucial. A pandemia também contribuiu, intensificando o estresse e a ansiedade, que desencadeiam tensões musculares e dores.

Outro dado preocupante é a automedicação: 20% dos jovens com dor crônica recorrem a remédios sem orientação médica, expondo-se a riscos de danos renais, cardíacos e hepáticos. A cefaleia tensional, frequentemente associada à má postura e ao uso prolongado de telas, é um exemplo comum, muitas vezes tratada de forma inadequada.

Prevenção e Tratamento

A prevenção é fundamental. Limitar o tempo de exposição a telas (menos de 10 horas semanais e, no máximo, 2 horas diárias em frente ao computador) e a prática regular de exercícios físicos são medidas eficazes. A fisioterapia, com foco na reeducação postural e no uso correto da musculatura, também é crucial. A medicação deve ser prescrita e acompanhada por um profissional de saúde, evitando a automedicação e seus perigos.

Em suma, a dor crônica, especialmente em jovens, exige atenção. A combinação de hábitos saudáveis, acompanhamento médico e tratamento adequado são essenciais para melhorar a qualidade de vida e prevenir complicações.

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