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Umidade do ar de Ribeirão está abaixo da metade do ideal

Cidade registrou 18% nesta segunda, e segundo estudo da Unicamp, recomendado é entre 40% e 60%
Umidade do ar Ribeirão
Cidade registrou 18% nesta segunda, e segundo estudo da Unicamp, recomendado é entre 40% e 60%

Cidade registrou 18% nesta segunda, e segundo estudo da Unicamp, recomendado é entre 40% e 60%

Ribeirão Preto e outras regiões do Brasil enfrentam desafios com a baixa umidade do ar, especialmente no período de transição entre o inverno e a primavera. Um estudo da Unicamp destaca que a umidade ideal para o corpo humano deve estar entre 40% e 60%. No entanto, índices alarmantes têm sido registrados, demandando atenção e cuidados por parte da população.

Impacto da Baixa Umidade em Ribeirão Preto

Recentemente, Ribeirão Preto registrou níveis críticos de umidade, chegando a 18%. Celso Oliveira, meteorologista da Somar, explica que a relação entre temperatura e umidade é inversa: altas temperaturas levam à queda da umidade. Em atrássto, um bloqueio atmosférico impediu o avanço de frentes frias, intensificando a massa de ar seco sobre a região. Em 23 de atrássto, a cidade atingiu umidade de apenas 13%, comparável a climas desérticos. Embora tenha havido alguma melhora com as chuvas recentes, os níveis ainda permanecem abaixo do ideal.

Níveis de Alerta e Comparativos Regionais

A legislação estabelece diferentes estados de atenção conforme a umidade relativa do ar: estado de atenção abaixo de 30%, estado de alerta entre 12% e 20%, e estado de emergência abaixo de 12%. O pior índice já registrado em Ribeirão Preto foi em outubro do ano passado, com 13%. A situação em Ribeirão Preto se compara desfavoravelmente com a capital paulista, que registrou 25% de umidade. Contudo, estados como Mato Grosso e Mato Grosso do Sul enfrentam condições ainda mais severas, com índices de até 12%.

Previsão de Melhora e Cuidados Necessários

Há uma perspectiva positiva: o período seco deve terminar mais cedo este ano. A previsão indica chuva já no próximo fim de semana, com um retorno gradual mais intenso na segunda quinzena de setembro, estendendo-se por outubro e novembro. Especialistas recomendam medidas simples para amenizar os efeitos da baixa umidade, como o uso de baldes de água, toalhas umedecidas e umidificadores nos ambientes. Evitar exercícios físicos entre 10h e 16h também é aconselhável.

Embora o cenário atual exija atenção, a expectativa é de que a chegada da primavera traga alívio e melhores condições climáticas para a região.

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