Filial foi anunciada em fevereiro de 2017, mas ainda não foi inaugurada; prédio fica no parque tecnológico da USP
Fiocruz em Ribeirão Preto: Atraso na Inauguração
Anunciada em 2017, a unidade da Fiocruz em Ribeirão Preto ainda não entrou em funcionamento. Previsto para o Supera Parque, na USP, o projeto enfrenta desafios para se tornar realidade.
Instalações e Tecnologia
A parte científica da Fiocruz já está instalada no Supera Parque. No entanto, a construção do prédio físico e a implementação da tecnologia para diagnósticos de Zika, dengue, chikungunya e febre amarela ainda não foram concluídos. Uma empresa alemã, responsável pela tecnologia, já visitou as instalações em abril.
Desafios Financeiros
O principal entrave para a finalização do projeto é a questão financeira. A estimativa inicial de investimento era de 30 milhões de reais, mas o valor pode sofrer alterações. A busca por recursos junto a órgãos governamentais e privados está em andamento.
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Previsões Futuras e Outros Projetos
Embora não haja um prazo definido para a inauguração, a expectativa é que as pesquisas comecem em 2024. Outro projeto de pesquisa anunciado em Ribeirão Preto, a unidade do Instituto Butantã, também enfrenta atrasos, com o projeto em tramitação na Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo.
Apesar dos desafios, a instalação da Fiocruz e do Instituto Butantã em Ribeirão Preto representa um importante avanço para a pesquisa científica na região, impulsionando a inovação em saúde e o desenvolvimento econômico local. A expectativa é que, superadas as dificuldades, ambos os projetos contribuam significativamente para a área de saúde pública brasileira.



