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Unimed Ribeirão revela aumento substancial nos atendimento ambulatoriais de pessoas com síndromes respiratórias

Segundo o vice-presidente do grupo, Moysés de Oliveira, os casos são leves e podem estar ligados ao Influenza A H2N3
síndromes respiratórias
Segundo o vice-presidente do grupo, Moysés de Oliveira, os casos são leves e podem estar ligados ao Influenza A H2N3

Segundo o vice-presidente do grupo, Moysés de Oliveira, os casos são leves e podem estar ligados ao Influenza A H2N3

Nesta entrevista com o Dr. Moisés de Oliveira, vice-presidente da Unimed Ribeirão Preto, discutimos o aumento recente de atendimentos ambulatoriais de emergência por síndromes respiratórias na rede privada da cidade.

Síndrome Respiratória Aguda Grave: O que é?

De acordo com o Dr. Oliveira, a síndrome respiratória aguda grave se caracteriza por sintomas de doença respiratória infecciosa que causam dificuldades respiratórias intensas, necessitando de atendimento de urgência e, muitas vezes, internação. A definição, segundo ele, visa facilitar o entendimento do público.

Aumento de Casos e o Papel da Pandemia

Após um período de baixa na pandemia de Covid-19, observou-se um aumento no fluxo de pacientes com síndromes respiratórias, primeiro em crianças e, posteriormente, em adultos. Embora os ambulatórios estejam cheios, a maioria dos casos apresenta sintomas leves, com pouquíssimas internações. O Dr. Oliveira destaca que, diferentemente do passado, a cultura de busca por atendimento médico, desenvolvida durante a pandemia, contribui para o aumento da procura por pronto-atendimento, mesmo em casos mais brandos. A baixa cobertura vacinal contra influenza, em função do foco na vacinação contra a Covid-19 no período anterior ao inverno, também é apontada como um fator contribuinte.

Protocolos e Testes

O Dr. Oliveira explica que todos os pacientes com sintomas respiratórios na rede privada são testados para Covid-19. Apesar da maior facilidade de testes atualmente, comparado ao ano passado, os testes são priorizados para casos com sintomas mais graves ou dúvidas epidemiológicas. Para outras viroses respiratórias, como influenza e H3N2, o painel viral é utilizado, sendo que o tratamento é similar independentemente do vírus identificado, exceto em casos graves que necessitem de internação. O relaxamento do distanciamento social e o menor uso de máscaras também contribuem para a maior circulação de vírus respiratórios.

Em resumo, apesar do aumento significativo no número de atendimentos por síndromes respiratórias, a situação se mostra tranquila, com poucos casos graves e uma taxa de positividade para Covid-19 inferior a 5%. A maioria dos casos é de viroses respiratórias comuns, e o foco principal está no tratamento sintomático. A população é orientada a procurar atendimento médico em caso de sintomas preocupantes.

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