A coluna Mundo Digital destaca que sete em cada dez adolescentes dormem menos do que o recomendado, segundo pesquisa recente, e o uso do celular à noite aparece como principal fator. O hábito de acessar redes sociais, jogos e conversas antes de dormir interfere no funcionamento do cérebro, atrasando o início do sono e reduzindo sua qualidade.
De acordo com o professor Eduardo Soares, o problema vai além do tempo de uso e está ligado à forma de interação com o dispositivo, que mantém o cérebro ativo e estimulado. A luz das telas também prejudica a produção de melatonina, hormônio responsável pelo sono, enquanto o conteúdo consumido pode aumentar a ansiedade e dificultar o descanso.
Entre os impactos estão cansaço, irritabilidade, dificuldade de concentração e queda no rendimento escolar, além de possíveis efeitos a longo prazo na saúde emocional. A orientação é reduzir o uso de telas antes de dormir, evitar levar o celular para a cama e adotar hábitos que favoreçam o descanso. Ouça a coluna completa para entender os riscos e as recomendações.