Biólogos já restauraram cerca de 70% do banco genético florestal que havia sido destruído
Segundo a USP de Ribeirão Preto, 70% da área atingida por um grande incêndio em 2011 já foram recuperados, sendo que 66% são do Banco Genético Florestal. Apesar da recuperação significativa, os incêndios causaram um aumento na mortalidade das espécies, tornando o tratamento da área fundamental para o plantio de sementes.
Recuperação e Reflorestamento
Além do reflorestamento, a USP criou um banco genético com indivíduos de 45 espécies selecionadas. Sementes foram coletadas em vários locais da bacia do Rio Mojiguaçu e plantadas no campus para servirem como fornecedores de sementes com diversidade genética, favorecendo futuros reflorestamentos. Infelizmente, um novo incêndio em 2014 devastou 15 mil metros quadrados de uma área de reflorestamento.
O Banco Genético da USP
O Banco Genético da USP abriga uma coleção de plantas e árvores encontradas nas bacias dos rios Pardo e Moji Guaçu, na região de Ribeirão Preto, servindo para recompor áreas degradadas. Os incêndios causaram grande mortalidade e problemas com a invasão de gramíneas. Até dezembro, 30 hectares da área queimada já tinham sido restaurados, e a expectativa é que toda a área seja recuperada até o fim do mês, com o plantio de 40 mil mudas de espécies florestais nativas de crescimento rápido e que necessitam de muita luz.
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Recuperação em Andamento
A recuperação da área atingida pelos incêndios demonstra o esforço da USP em preservar a biodiversidade regional. O plantio de mudas e a criação do banco genético são passos importantes para a restauração completa da área e a proteção da flora local. A experiência serve como um alerta sobre a importância da prevenção de incêndios e da conservação das áreas florestais.



