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USP Ribeirão pesquisa tratamento de obesidade com choques elétricos

Estímulos no cérebro são recomendados para mulheres que já tentaram a dieta, mas não conseguiram perder peso
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Estímulos no cérebro são recomendados para mulheres que já tentaram a dieta, mas não conseguiram perder peso

Estímulos no cérebro são recomendados para mulheres que já tentaram a dieta, mas não conseguiram perder peso

Estímulo Cerebral para Emagrecimento: Uma Nova Esperança?

Um procedimento inédito no Brasil, mas já testado em 10 países, utiliza correntes elétricas de baixa intensidade para estimular a região do cérebro que controla a fome. A técnica vem sendo aplicada em pacientes que não obtiveram sucesso com dietas, tratamentos médicos, atividades físicas e acompanhamento psicológico.

Resultados Promissores e Participação na Pesquisa

A pesquisa, que conta com a participação de 36 mulheres com idade entre 24 e 40 anos e índice de massa corporal entre 30 e 35, é conduzida pela nutricionista e pesquisadora Priscila Giacomo Facini. O objetivo é mudar o estilo de vida das pessoas e tratar a obesidade, controlando o apetite e melhorando a seleção de alimentos. A terapia utiliza ondas de choque controladas para atingir apenas as regiões cerebrais selecionadas, com uma amperagem muito baixa, diminuindo o desejo por alimentos e aprimorando o controle do apetite.

Parceria Internacional e Resultados Iniciais

Os testes são realizados em parceria com a universidade Tufts e a Escola de Medicina de Harvard, nos Estados Unidos. Os primeiros resultados com voluntários norte-americanos indicam uma perda de 1% do peso corporal por semana. No Brasil, a procura pela técnica é crescente, com pessoas buscando uma alternativa para o emagrecimento após esgotarem outras opções de tratamento.

A expectativa é de que essa nova abordagem possa oferecer uma alternativa eficaz para o tratamento da obesidade, auxiliando as pessoas a alcançar seus objetivos de emagrecimento e bem-estar. Mais pesquisas e acompanhamento são necessários para avaliar a eficácia e segurança a longo prazo dessa terapia no contexto brasileiro.

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