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Vacina contra febre amarela só deve ser aplicada em quem nunca levou a dose

Pessoas que já tomaram a vacina não precisam de nova aplicação, segundo a Organização Mundial de Saúde
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Pessoas que já tomaram a vacina não precisam de nova aplicação, segundo a Organização Mundial de Saúde

Pessoas que já tomaram a vacina não precisam de nova aplicação, segundo a Organização Mundial de Saúde

A Secretaria Municipal de Saúde de Ribeirão Preto confirmou a morte de um macaco por febre amarela em julho de 2016. Apesar do registro, as autoridades garantem que não houve casos da doença em humanos.

Macaco Morre na Região Central

O macaco foi encontrado morto na Praça Luiz de Camões, região central da cidade. A prefeitura afirma ter realizado ações de monitoramento e controle do mosquito Aedes aegypti, transmissor da febre amarela, Zika e Dengue.

Entendendo a Febre Amarela

Segundo Fernando Belíssimo Rodrigues, médico infectologista e professor da USP, a febre amarela apresenta dois ciclos: o silvestre, em macacos e mosquitos selvagens, e o urbano, com maior risco de transmissão para humanos pelo Aedes aegypti. Rodrigues destaca que, embora a febre amarela urbana possa causar epidemias, o Brasil não registra casos há décadas. Em 2016, Ribeirão Preto já havia registrado mais de 35 mil casos de dengue.

Prevenção e Vacinação

Diante do caso, o infectologista alerta para a importância da vacinação, mas reforça que apenas pessoas que nunca tomaram a vacina precisam se imunizar. Uma dose é suficiente, sendo desnecessária a aplicação de uma segunda dose. A vacina é contraindicada para gestantes, lactantes, crianças menores de 6 meses, portadores do vírus HIV e pessoas com cirrose hepática. A Secretaria Municipal de Saúde disponibiliza a vacina em 36 salas na cidade e pede que moradores atualizem sua imunização e notifiquem mortes de macacos através dos telefones 3628-25 e 3626-6596.

A situação em Ribeirão Preto reforça a necessidade de vigilância e prevenção contra doenças transmitidas por vetores, principalmente com o histórico da cidade em relação à dengue.

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