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Vacina contra meningite acaba nos postos de Ribeirão Preto

Não há uma previsão exata para quando o abastecimento do remédio será normalizado
Vacina contra meningite
Não há uma previsão exata para quando o abastecimento do remédio será normalizado

Não há uma previsão exata para quando o abastecimento do remédio será normalizado

Ribeirão Preto enfrenta uma crise na vacinação contra meningite C, com o estoque de vacinas praticamente zerado nos postos de saúde. A situação se agrava com a confirmação de um novo caso da doença, elevando o número total de infectados na cidade para 52 em 2018, sendo 11 do tipo bacteriano.

Falta de Vacinas e Aumento de Casos

A escassez de vacinas contra meningite C tem gerado filas e frustração em diversos postos de saúde. A previsão de reposição das doses é de 15 dias, deixando muitas pessoas sem proteção, especialmente em um período do ano em que a circulação de pessoas aumenta, como durante as festas de fim de ano e a época de vestibulares. O médico pediatra Thiago dos Santos Hirose alerta para a gravidade da meningite bacteriana, ressaltando a importância da vacinação, principalmente em crianças e adultos.

Impacto da Crise na População

A falta de vacinas tem impactado diretamente a população. Mães relatam dificuldades em encontrar a vacina para seus filhos, mesmo após peregrinações por diversas unidades de saúde. A reportagem acompanhou casos de pais que, após horas de busca, conseguiram vacinar seus filhos, apenas porque encontraram um dos últimos lotes disponíveis. A situação é semelhante em outros postos de saúde, com relatos de falta de doses e orientação para que os pais liguem antes para verificar a disponibilidade.

Responsabilidades e Soluções

A prefeitura de Ribeirão Preto afirma que a falta de vacinas se deve à insuficiência de repasses do Ministério da Saúde. O Ministério, por sua vez, atribui o problema a atrasos na produção do laboratório responsável pela fabricação da vacina. Enquanto isso, a população busca alternativas na rede particular, onde a dose custa mais de R$300, um valor inacessível para muitas famílias. A situação exige uma solução urgente para garantir a imunização da população e evitar um aumento ainda maior de casos de meningite.

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