Quem traz as dicas é Gelson Genaro na coluna ‘CBN Pet News’
A chegada de um novo animal de estimação em um lar que já abriga um pet requer atenção e planejamento. Muitos tutores optam por um segundo animal para fazer companhia ao primeiro, ou simplesmente por amor aos animais. Outras vezes, a adoção de um novo pet surge após a perda de um animal querido, na tentativa de amenizar a tristeza do pet sobrevivente e da família.
Adaptação: um quebra-cabeça complicado
A adaptação de um novo membro à família felina ou canina não é tarefa fácil. Gelson Genaro, especialista em bem-estar animal, alerta para a importância de evitar decisões impulsivas. Adotar ou comprar um animal por impulso pode gerar problemas futuros, especialmente quando há um pet em luto pela perda de um companheiro. Genaro destaca a necessidade de um período de luto, tanto para os humanos quanto para o animal sobrevivente, antes de introduzir um novo membro à família.
O processo de adaptação: dicas importantes
Para tornar a transição mais suave, Genaro sugere aguardar um tempo para que a família humana e o pet sobrevivente processem a perda. É crucial dar atenção redobrada ao animal que ficou, intensificando passeios, brincadeiras e cuidados. Caso a perda anterior tenha sido por doença contagiosa, é necessário esterilizar o ambiente antes de adotar um novo animal. A escolha da raça não garante um comportamento idêntico ao do pet falecido, e expectativas exacerbadas podem gerar frustrações. A introdução de um filhote em um lar com um pet idoso, por exemplo, pode ser desafiadora, exigindo atenção especial às diferentes necessidades de cada animal.
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Considerações finais
Antes de adotar um novo animal, reflita sobre as necessidades de todos os envolvidos. Considere ajudar animais de rua ou ONGs como forma de lidar com a perda e avaliar a possibilidade de um novo pet. Um tempo de reflexão é fundamental para garantir o bem-estar de todos os animais e da família humana.