Esse é o nome dado quando há o encontro vocálico de uma vogal e uma semivogal na mesma sílaba: Lígia Boareto explica!
O programa de rádio abordou o tema dos ditongos, dando continuidade à discussão sobre tritongos da semana anterior. Um ditongo é a combinação de uma vogal e uma semivogal na mesma sílaba, podendo a semivogal vir antes ou depois da vogal. A música “Pétola” de Djavan serviu como exemplo, com palavras como “meu” e “feito” ilustrando o conceito.
Ditongos e a Questão da Pronúncia
A discussão se aprofundou na complexidade da identificação de ditongos, especialmente em nomes próprios como “Glauci” e “Lígia”. A pronúncia varia entre diferentes regiões e países (Brasil e Portugal), influenciando a classificação como ditongo ou hiato. A análise de palavras como “Serjô” exemplifica essa variação, dependendo da interpretação da separação silábica.
Ditongos Abertos e Acentuação
O programa explicou a regra de acentuação para ditongos abertos em palavras paroxítonas. Palavras como “ideia”, “jóia” e “tramóia”, que possuem ditongos abertos (ei e oi), perderam o acento devido a essa regra. Entretanto, palavras como “herói” mantêm o acento por serem oxítonas. A acentuação em nomes próprios, como “Andréia” e “Júlio”, foi discutida, destacando a complexidade da aplicação das regras gramaticais nesses casos.
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Considerações Finais
A discussão sobre ditongos demonstrou a complexidade da língua portuguesa, com nuances de pronúncia e variações regionais influenciando a classificação gramatical. A aplicação das regras de acentuação em palavras com ditongos, especialmente em nomes próprios, requer uma análise cuidadosa, considerando as particularidades de cada caso.