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Variante do coronavírus causaria ‘explosão’ de casos, diz especialista

Não é possível afirmar que o Sars CoV-2 esteja mais forte ou mais grave, contudo, variante é entre 50% e 74% mais contagiosa
Variante do coronavírus
Não é possível afirmar que o Sars CoV-2 esteja mais forte ou mais grave, contudo, variante é entre 50% e 74% mais contagiosa

Não é possível afirmar que o Sars CoV-2 esteja mais forte ou mais grave, contudo, variante é entre 50% e 74% mais contagiosa

Uma nova variante do coronavírus, originária do Reino Unido, foi confirmada em São Paulo. O Instituto Adolfo Lutz confirmou a presença da cepa em pelo menos duas pessoas: uma mulher de 25 anos e um homem de 34 anos.

Variante Mais Contagiosa

Pesquisadores afirmam que essa nova variante é mais contagiosa que as anteriores. A mutação já foi identificada em 17 países e estudos na Inglaterra mostram que ela se tornou responsável por 60% das infecções no país, em um curto período de tempo. A variante apresenta mutações na proteína Spike, responsável pela invasão do vírus nas células humanas, facilitando a infecção.

Pesquisa em Ribeirão Preto

Pesquisadores da USP de Ribeirão Preto contribuíram para entender a maior capacidade de infecção dessa nova variante. Estudos apontam que a proteína S (Spike) dessa cepa estabelece uma ligação mais forte com as células humanas, aumentando sua capacidade de infecção.

Prevenção e Vacinação

Embora as vacinas atuais sejam eficazes contra essa variante, a prevenção continua sendo crucial. Medidas como distanciamento social, higiene das mãos e uso de máscaras são fundamentais para conter a disseminação do vírus até que a vacinação em massa se inicie no Brasil. A aglomeração durante as festas de fim de ano aumenta a preocupação com a rápida disseminação dessa nova cepa.

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