Relatos apontam que a Madre Clélia Merloni teria curado o médico Pedro Ângelo Filho, diagnosticado com Guillain-Barré, em 1951
Neste sábado, o Vaticano celebrou a beatificação da Madre Clelia Merlone, fundadora do Instituto das Apóstolas do Sagrado Coração de Jesus. A cerimônia, realizada na Basílica de São João de Latrão em Roma, foi presidida pelo Vaticano e representa um passo importante para a futura canonização da religiosa italiana.
Milagre em Ribeirão Preto
A beatificação de Madre Clelia foi motivada pela cura milagrosa atribuída a ela em 1951. O médico brasileiro Pedro Ângelo de Oliveira Filho, de Ribeirão Preto, sofria da síndrome de Guillain-Barré, uma doença que causa paralisia muscular. Após receber o sacramento da extrema unção, sua esposa, a pedido da irmã Adélia Alves Barbosa, utilizou água com partículas de um tecido do hábito de Madre Clelia, que o paciente ingeriu. Em seguida, ele apresentou uma melhora significativa e se recuperou completamente, um fato considerado milagroso pela Igreja Católica.
Reconhecimento e Causa Aberta
A causa de beatificação de Madre Clelia foi aberta em 1988 pela Santa Sé. No início de 2024, o Papa Francisco reconheceu a intercessão da Madre na cura do Dr. Oliveira, confirmando o milagre. O Instituto das Apóstolas do Sagrado Coração de Jesus, fundado por Madre Clelia em 1894 na Itália, possui representações no Brasil e em outros países. Além da cura do Dr. Oliveira, outras graças são atribuídas à Madre Clelia, que podem, futuramente, contribuir para sua canonização.
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A beatificação de Madre Clelia Merlone é um evento significativo para a Igreja Católica, reconhecendo sua vida dedicada e sua intercessão na cura milagrosa de um médico brasileiro. Sua história inspira fé e devoção, e seu legado continua a inspirar pessoas ao redor do mundo.



