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Venda de bebida alcoólica em lojas de conveniência fica proibida nos finais de semana

Decisão foi anunciada nesta terça-feira (7), pelo prefeito Duarte Nogueira; medida gerou contestação de empresários
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Decisão foi anunciada nesta terça-feira (7), pelo prefeito Duarte Nogueira; medida gerou contestação de empresários

Decisão foi anunciada nesta terça-feira (7), pelo prefeito Duarte Nogueira; medida gerou contestação de empresários

Lojas de conveniência de postos de combustíveis em Ribeirão Preto estão proibidas de vender bebidas alcoólicas após as 18h de segunda a sexta e nos finais de semana, conforme decreto da prefeitura. A medida, que visa endurecer as medidas de quarentena, gerou indignação entre os empresários do setor.

Impacto nos Empreendedores

A proibição afeta cerca de 170 lojas de conveniência em Ribeirão Preto, que representam uma importante fonte de renda para os postos de combustíveis e seus funcionários. Fernando Roca, empresário do setor, destaca que as vendas de combustíveis já caíram 50% desde o início da pandemia, e essa nova restrição compromete ainda mais a situação financeira dos negócios, colocando em risco mais de 10 mil empregos diretos e indiretos.

Incoerências e Consequências

Roca critica a incoerência do decreto, que privilegia supermercados em detrimento das lojas de conveniência. Ele argumenta que a medida, ao invés de reduzir aglomerações, pode piorá-las, concentrando a compra de bebidas alcoólicas nos supermercados. A facilidade de acesso às lojas de conveniência, localizadas em diversos pontos da cidade, contribuía para evitar aglomerações em locais maiores. A falta de opções após as 18h e nos fins de semana causará transtornos para a população.

Mobilização e Busca por Soluções

O núcleo de postos de combustíveis, que reúne cerca de 85 estabelecimentos associados à Associação Comercial de Ribeirão Preto, já iniciou ações para reverter a situação. A mobilização inclui contatos com vereadores e ações jurídicas para contestar o decreto. A expectativa é que a prefeitura reconsidere a medida, levando em conta os impactos negativos para os empresários e para a população.

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