Jogador está com tratativas avançadas com o Cuiabá; volante fez 46 jogos pela Pantera, com dois gols e três assistências
O Cuiabá oficializou a maior venda da história do Botafogo: Guilherme Madruga. O volante foi negociado por R$ 4 milhões, com o Botafogo mantendo 40% dos direitos econômicos do jogador.
Detalhes da Negociação
O Cuiabá adquiriu 60% dos direitos econômicos de Madruga por R$ 4 milhões, distribuídos em um pagamento à vista e duas parcelas (julho e dezembro de 2024). O jogador assinou um contrato de quatro anos, representando um investimento de aproximadamente R$ 1 milhão por ano. Essa é a segunda investida do Cuiabá em Madruga; a primeira proposta foi recusada pelo Botafogo após o fim da Série B.
Contexto e Implicações
A venda de Madruga representa um respiro financeiro para o Botafogo, permitindo investimentos em outras áreas do elenco para 2024. Para o Cuiabá, a contratação é uma aposta em um jogador com potencial de crescimento e valorização futura. A vaga deixada por Madruga no Botafogo foi aberta pela transferência de Haniele para o Corinthians por 3,5 milhões de euros. A negociação de Madruga também supera outras vendas históricas do Botafogo, como a de Caetano para o Bragantino (aproximadamente R$ 2,5 milhões).
A transferência de Madruga para o Cuiabá é vantajosa para todas as partes envolvidas. O Botafogo obteve um retorno financeiro significativo, mantendo uma porcentagem dos direitos econômicos para futuras negociações. O Cuiabá adquiriu um jogador promissor sem um investimento vultuoso, considerando o mercado inflacionado da Série A. Madruga, por sua vez, terá a oportunidade de atuar em um clube com maior protagonismo e visibilidade, disputando competições como a Copa do Brasil e a Série A.



