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Vendas de imóveis crescem e locações registram queda em outubro na região de Ribeirão Preto

Levantamento aponta alta de 23,61% nas vendas de casas e apartamentos, em contrapartida os aluguéis registraram baixa de 22,22%
mercado imobiliário Ribeirão Preto
Levantamento aponta alta de 23,61% nas vendas de casas e apartamentos, em contrapartida os aluguéis registraram baixa de 22,22%

Levantamento aponta alta de 23,61% nas vendas de casas e apartamentos, em contrapartida os aluguéis registraram baixa de 22,22%

O mercado imobiliário regional apresentou resultados positivos e negativos em outubro, segundo balanço do Conselho Regional de Corretores de Imóveis. Houve aumento nas vendas de imóveis usados e queda nas locações em comparação a setembro.

Vendas e Locações: Cenário Contraste

José Augusto Viano, presidente do Cresce Regional, detalhou os números: um crescimento de 23,61% nas vendas em outubro ante setembro, e um acumulado extraordinário de 501% no ano. Em contrapartida, as locações caíram 22,22% em outubro e 38,96% no acumulado do ano.

A Queda nas Locações: Um Sinal Positivo?

Apesar da queda nas locações parecer negativa para corretores, Viano destaca o lado positivo para a sociedade. A redução indica que mais pessoas conseguem manter seus imóveis após o término do contrato, evitando mudanças traumáticas e custos associados. A alta demanda e a escassez de imóveis para locação geralmente levam a aumentos excessivos nos valores, forçando locatários a se mudarem para regiões mais periféricas. A diminuição nas locações sugere uma melhora na economia local, permitindo que famílias permaneçam em seus lares.

Perspectivas Futuras e Facilidades para Compra

O aumento de empregos formais e a expectativa de queda na taxa de juros contribuem para um cenário otimista. Com mais pessoas aptas a obter financiamento imobiliário e taxas de juros mais baixas, a compra de imóveis se torna mais acessível. A maioria dos imóveis comercializados em outubro (62,5%) custou até R$ 300 mil, alinhado ao programa Minha Casa, Minha Vida, que abrange imóveis usados até R$ 350 mil. Essa combinação de fatores indica um futuro promissor para o mercado imobiliário, com potencial para alegrar tanto compradores quanto corretores.

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