Homem apreendido com drogas teria dito que trabalhava para o ‘Marmita’, apelido do político ribeirão-pretano
Vereador nega envolvimento com tráfico
Preocupado com sua imagem pública, o vereador Adalto Marmita convocou a imprensa na manhã desta terça-feira para desmentir qualquer envolvimento com o tráfico de drogas. Seu nome foi citado em um boletim de ocorrência registrado no dia 17 deste mês, após a apreensão de um adolescente com drogas em um parque da zona oeste de Ribeirão Preto.
Defesa rebate acusações
O advogado do vereador, Hilário Walter do Vale Júnior, argumentou que a menção ao nome de Marmita no boletim é vaga e insuficiente para associá-lo ao crime. Segundo o advogado, o adolescente apreendido teria dito que trabalhava para um indivíduo chamado “Marmita”, sem especificar se se tratava do vereador. Um áudio em posse da defesa, supostamente gravado durante a apreensão, reforçaria essa ambiguidade, indicando que o policial teria interpretado a declaração do adolescente.
Campo do Marmita e redução da criminalidade
A defesa também abordou a menção ao “Campo do Marmita”, um espaço esportivo criado pelo vereador. Marmita explicou que o local é uma referência na comunidade e que os campeonatos de futebol ali realizados contribuíram para a redução da criminalidade na região. A defesa afirma que o vereador está à disposição da Polícia Civil para quaisquer esclarecimentos, mas até o momento não foi chamado a depor.
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O caso permanece em investigação. A Polícia Civil deverá apurar as informações contidas no boletim de ocorrência e no áudio apresentado pela defesa do vereador para esclarecer completamente o ocorrido.



