Luiz Carlos Boarati (PRD) foi preso em flagrante por favorecimento à prostituição de uma jovem de 15 anos em Franca
A defesa do vereador Luiz Carlos Borat, Vereador de Patrocínio Paulista acusado de, conhecido como Luizinho da Lenha, de Patrocínio Paulista, informou que ele foi solto na última sexta-feira após audiência de custódia. O parlamentar foi preso em flagrante na quinta-feira, em Franca, suspeito de oferecer dinheiro a uma adolescente de 15 anos em troca de encontros sexuais.
O caso corre em segredo de justiça, conforme informou o Tribunal de Justiça. A prisão ocorreu após a mãe da adolescente registrar um boletim de ocorrência na delegacia de defesa da mulher. A delegada Juliana Paiva afirmou que o inquérito policial já foi encaminhado ao Ministério Público e que o vereador responde por favorecimento à prostituição, crime que pode resultar em pena de até 10 anos de prisão.
Detalhes da investigação: Segundo a polícia, em uma das conversas, o vereador teria prometido dar à jovem o que ela quisesse todas as vezes que saísse com ele. A mãe relatou que a filha conheceu o vereador em um bar de Patrocínio Paulista no início de maio, quando estava acompanhada do namorado. Na ocasião, o parlamentar fez elogios à jovem.
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Contexto e abordagem: Na última quarta-feira, a adolescente teria informado ao namorado sobre dificuldades financeiras devido à doença da mãe. O namorado ofereceu ajuda financeira, e o vereador, que é patrão do jovem em uma empresa, teria se disponibilizado a entregar dinheiro à adolescente em Franca, cidade onde ela mora. O vereador esteve na casa da família e acompanhou a mãe da jovem para fazer compras em um supermercado.
Prisão em flagrante: Após obter o telefone da adolescente, o vereador passou a enviar mensagens e fazer ligações. A mãe, desconfiada da atitude, monitorou as conversas. Na quinta-feira, enquanto a mãe registrava o boletim de ocorrência, o vereador continuou enviando mensagens com teor de favores sexuais. A polícia foi ao endereço indicado e prendeu o parlamentar em flagrante.
Informações adicionais
A delegada ressaltou que o vereador se aproveitou da vulnerabilidade da adolescente, tanto pela doença da mãe quanto pela situação social, para obter vantagem, configurando o crime de favorecimento à prostituição. A defesa do vereador afirmou que ele provará sua inocência.



