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Vereadores aprovam mudanças no plano de saúde dos servidores de Ribeirão Preto

Agora o projeto altera detalhes de dependentes isentos, taxa de contribuição; votação foi realizada nesta quinta (16)
plano de saúde servidores
Agora o projeto altera detalhes de dependentes isentos, taxa de contribuição; votação foi realizada nesta quinta (16)

Agora o projeto altera detalhes de dependentes isentos, taxa de contribuição; votação foi realizada nesta quinta (16)

Reforma do Sacom Aprovada em Primeira Votação

A Câmara de Ribeirão Preto aprovou em primeira votação, por 12 votos a 8, a reforma do Sacom, plano de saúde dos servidores municipais. A proposta, apresentada pela Prefeitura e alterada após negociações com o sindicato dos servidores, modifica a taxa de contribuição dos pacientes e a questão de isenção para dependentes. A vereadora Judete Zilli criticou a proposta, alegando que o prefeito fez mudanças em emendas importantes, desrespeitando anos de discussão. O vereador Renato Zucolotto, contudo, votou a favor, considerando que um meio termo foi alcançado, especialmente em relação ao fator moderador (uma pequena parcela paga pelo servidor em consultas e exames), que foi suprimido em emenda apresentada pelo governo.

Preocupações com o Futuro do Sacom

Para Alexandre Pastova, vice-presidente do sindicato dos servidores, as mudanças podem esvaziar o Sacom, pois o teto do INSS para contribuição pode excluir servidores com salários mais altos. Ele defende que o Conselho Deliberativo seja o gestor do Sacom, garantindo a participação da administração e dos empregados na gestão do plano de saúde. A proposta ainda precisa de aprovação em segunda votação.

Demissões de Assistentes Sociais e Psicólogos em UPAs

Antes da votação do Sacom, a demissão de assistentes sociais e psicólogos das UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) gerou protestos. Kélia Maral, do Conselho Regional de Serviço Social, criticou as demissões, afirmando que, apesar da terceirização do serviço, a responsabilidade é da Prefeitura. Ela destacou a importância do trabalho desses profissionais para a população em situação de vulnerabilidade. A Prefeitura justificou as demissões como parte de uma reorganização promovida pela Fundação Santalídea, afirmando que esses profissionais estão disponíveis no Caps 24 horas e que outros funcionários, como médicos e enfermeiros, foram contratados para as UPAs.

As mudanças no Sacom e as demissões nas UPAs geraram debates acalorados na Câmara Municipal, demonstrando a preocupação com a saúde pública e o bem-estar dos servidores e da população de Ribeirão Preto. A segunda votação da reforma do Sacom definirá os rumos do plano de saúde municipal nos próximos anos.

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