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Vereadores querem informações sobre a mudança na atuação da UBDS Central

A abertura de uma Comissão Especial de Estudos não está descartada; ouça o 'De Olho na Política'
UBDS Central
A abertura de uma Comissão Especial de Estudos não está descartada; ouça o 'De Olho na Política'

A abertura de uma Comissão Especial de Estudos não está descartada; ouça o ‘De Olho na Política’

A ponte sobre o Rio Pardo, que liga Altinópolis a Serrana, está parcialmente interditada para veículos acima de 2,5 metros de altura. A medida, tomada pela prefeitura de Altinópolis, se deve às precárias condições da estrutura da ponte, que apresenta fissuras, desgastes e outros problemas.

Interdição e Impactos

Desde o fim de semana, a prefeitura instalou limitadores de altura em ambos os lados da ponte, após receber um relatório técnico do DER (Departamento de Estradas de Rodagem) em fevereiro. O documento apontava a necessidade de intervenção urgente para restringir o acesso de veículos de carga e grande porte. A interdição pegou de surpresa motoristas e caminhoneiros, gerando transtornos e congestionamentos. Veículos de carga com mais de 5 metros de comprimento estão totalmente proibidos de trafegar pela ponte. Rotas alternativas, como Cajuru, Batatais e Bradosque, são indicadas para quem precisa acessar Altinópolis.

Problemas na Estrutura e Soluções Propostas

O relatório do DER detalha uma série de problemas na ponte, incluindo concreto desgastado com trechos soltos, fissuras e trincas, sinalização desgastada, falta de barreiras de proteção, lajes com problemas e juntas de dilatação obstruídas. A prefeitura afirma ter feito sinalização e pintura na ponte, mas busca um convênio com o governo estadual para obras de revitalização estimadas em R$ 3 milhões. Enquanto isso, as restrições de altura permanecem por tempo indeterminado e podem ser ampliadas caso as condições da ponte piorem. A Defesa Civil solicitou documentação complementar ao município em julho, mas não confirmou se a solicitação foi atendida.

Situação Atual e Próximos Passos

A interdição afeta não apenas o transporte de carga e o escoamento da produção de cana-de-açúcar, mas também o acesso de ambulâncias e outros veículos de emergência. A prefeitura afirma que não há risco iminente de queda da ponte, mas a situação preocupa moradores e usuários da via. A busca por recursos para a revitalização da ponte continua, e a prefeitura monitora as condições da estrutura para avaliar a necessidade de novas medidas. A população acompanha atentamente os próximos passos para a solução definitiva do problema.

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