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Vice-governador de São Paulo anuncia investimento na FATEC de Sertãozinho

Evento voltado para o setor sucroalcooleiro teve 23ª edição aberta na tarde desta terça-feira
Investimento FATEC Sertãozinho
Evento voltado para o setor sucroalcooleiro teve 23ª edição aberta na tarde desta terça-feira

Evento voltado para o setor sucroalcooleiro teve 23ª edição aberta na tarde desta terça-feira

A vigésima terceira edição da Fenasucro e Agrocana, realizada em Sertãozinho, foi palco de anúncios importantes e discussões sobre o futuro do setor sucroenergético. O evento, que se estende até sexta-feira no Centro de Eventos Zanini, é considerado a principal feira do setor no mundo.

Investimento na Fatec de Sertãozinho

Durante a abertura, o vice-governador do Estado de São Paulo, Márcio França, anunciou um investimento de R$ 2,288 milhões na Fatec da cidade. França destacou a relevância da faculdade de tecnologia para a região, ressaltando a forte vocação de Sertãozinho para a indústria sucroalcooleira. Segundo ele, é crucial preparar os jovens para as oportunidades de emprego que surgirão com o crescimento da área de energia produzida a partir da cana e do bagaço.

Fenasucro em Contraponto à Crise

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, também marcou presença no evento e comentou sobre o dinamismo da Fenasucro, mesmo em meio à crise financeira. Ele mencionou a previsão de um grande volume de negócios, estimado em R$ 2 bilhões, e a expectativa de mais de 30 mil visitantes, incluindo empresas nacionais e internacionais. Rebelo enfatizou que a feira sinaliza para um país que pode enfrentar a crise e se preparar para a retomada do crescimento, no qual o setor sucroalcooleiro terá um papel fundamental.

Sinais Positivos para o Setor

Arnaldo Jardim, secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado, avaliou positivamente a realização da Fenasucro e Agrocana, que espera movimentar R$ 2,2 bilhões em negócios. Ele apontou alguns sinais positivos que começam a surgir, como o aumento da mistura de etanol na gasolina de 25% para 27% e a instituição da CID, que garante uma diferenciação tributária justa. Jardim ressaltou que o contexto do petróleo também favorece o etanol, e que o governo precisa reconhecer a importância crescente do etanol na matriz de combustíveis do Brasil.

Com avanços na produtividade agrícola e inovação, o setor demonstra otimismo em relação à superação da crise.

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