Cidade não tratava 100% de seu esgoto, o que causava problemas ambientais e mau cheiro em alguns bairros
Inauguração histórica em Pitangueiras
Pitangueiras, interior de São Paulo, comemorou a inauguração de sua Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), uma obra de R$ 17,6 milhões, considerada a maior da história do município. A solenidade contou com a presença ilustre do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, que havia autorizado a obra em 2014, quando ainda era governador do estado.
Impacto regional e melhorias na qualidade de vida
A ETE representa um avanço significativo para a cidade, que até o fim do ano passado não possuía tratamento de esgoto, causando poluição no Córrego das Pitangueiras e no Rio Mogi-Guaçu, além de mau cheiro em bairros próximos. A obra, financiada por recursos próprios e pelo programa Desenvolve SP, resolve um problema crônico e melhora consideravelmente a qualidade de vida da população.
Desafios e perspectivas futuras
Apesar da conquista, a reportagem destaca a demora de 10 anos entre a assinatura do contrato e a entrega da obra, um período considerado excessivo. A discussão se estende para os desafios do saneamento básico no Brasil, com a necessidade de agilizar a execução de obras e buscar parcerias estratégicas com o setor privado. O papel da população em cobrar melhorias e fiscalizar a atuação dos governantes também é enfatizado, com a importância de um voto consciente e a participação ativa da imprensa na busca por soluções.
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A inauguração da ETE em Pitangueiras simboliza não apenas uma solução para um problema local, mas também um marco importante na busca por melhores condições de saneamento básico no Brasil. A participação ativa da população e a transparência do poder público são fundamentais para garantir o sucesso de projetos como este e assegurar o desenvolvimento sustentável das cidades.



