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Vigilante de unidade de saúde é agredido e tem moto roubada em Ribeirão

Crime aconteceu na noite deste domingo no bairro Valentina Figueiredo
Roubo de moto vigilante
Crime aconteceu na noite deste domingo no bairro Valentina Figueiredo

Crime aconteceu na noite deste domingo no bairro Valentina Figueiredo

Mais uma vez, um posto de saúde em Ribeirão Preto amanheceu com as portas fechadas. Desta vez, a unidade de saúde familiar Mário de Araújo, localizada no bairro Valentina Figueiredo, zona norte da cidade, foi alvo de um assalto na noite anterior, deixando funcionários sem segurança e a população sem atendimento.

Assalto à Unidade de Saúde

Segundo relatos, dois indivíduos em bicicleta chegaram ao posto se passando por pacientes. Ao se aproximarem do vigia, que estava dentro da unidade, anunciaram o assalto, efetuando disparos que, felizmente, não atingiram o profissional de segurança. Os criminosos levaram pertences do vigia após agredi-lo. A arma utilizada pelos assaltantes falhou em pelo menos uma ocasião.

Reação dos Funcionários e a Falta de Segurança

Indignados com a situação e temerosos pela própria segurança, os funcionários da unidade cruzaram os braços, reivindicando providências imediatas. A principal demanda é a presença de um guarda municipal armado, 24 horas por dia, além da instalação de câmeras de segurança e outros sistemas de proteção. Um auxiliar de enfermagem, Neudelvaldo Aparecido, destacou a necessidade de medidas efetivas para garantir a segurança dos funcionários e a qualidade do atendimento à população.

Consequências para a População

A suspensão dos atendimentos gerou transtornos para a população. Pacientes com consultas e tratamentos agendados, como a dona de casa Tereza Dias e a manicure Valdete Aparecida Alves, tiveram seus compromissos prejudicados. A falta de segurança nas unidades de saúde de Ribeirão Preto tem se tornado um problema recorrente, com este sendo o sétimo caso de assalto somente este ano. A unidade, inaugurada em 20 de dezembro, conta apenas com um vigilante sem armamento, concertina e nenhuma câmera de segurança ou alarme. A população aguarda um posicionamento da Secretaria de Saúde sobre a retomada dos atendimentos.

A Guarda Civil Municipal (GCM) informou que aumentará o patrulhamento na região, mas não será possível manter um guarda no local 24 horas por dia. A superintendente da GCM, Mônica Nocioli, afirmou que estão em andamento reuniões para avaliar a instalação de câmeras e outros sistemas de segurança nas unidades de saúde.

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