Você acha bonito ou até já comeu bolos super coloridos e brilhantes?
Recentemente, tem se discutido sobre o uso de glitter em alimentos, especialmente em doces. Embora atraentes, principalmente para crianças, esses enfeites podem esconder riscos à saúde se não forem adequados para consumo.
O Perigo Oculto nos Brilhos Alimentícios
O grande problema reside na utilização de glitter não comestível, feito de plástico como polipropileno (PP), polietileno (PET) ou PVC, em produtos alimentícios. Esses materiais, destinados à decoração, são indevidamente empregados como confeitos, representando um perigo para quem os ingere.
Como Identificar o Glitter Comestível
A identificação do glitter inadequado pode ser desafiadora, pois, uma vez aplicado ao alimento, torna-se difícil distinguir. A atenção deve estar na rotulagem dos produtos: glitter comestível deve ser denominado como “corante para fins alimentícios” ou “confeito alimentício”. Produtos com a inscrição “pó para decoração” ou “glitter decorativo” não devem ser ingeridos.
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Fiscalização e Conscientização
A venda de glitter decorativo não é proibida, desde que haja o aviso de que não é para consumo. A separação entre glitter comestível e não comestível nas prateleiras depende do bom senso do comerciante. A ingestão de plástico a longo prazo pode acarretar problemas de saúde, inclusive relacionados aos microplásticos.
O Que Fazer?
Confeiteiros que utilizam glitter não comestível em seus produtos e não informam os clientes estão sujeitos a sanções. Em caso de dúvidas ou denúncias, o contato pode ser feito através do Serviço de Atendimento ao Munícipe (telefone 156) ou pelo site da prefeitura, no Serviço de Atendimento ao Munícipe e pela Ouvidoria do SUS.
Um Alerta Necessário
É crucial estar atento aos produtos utilizados na confeitaria, buscando alternativas seguras e garantindo a saúde de todos. A informação e a responsabilidade são as melhores ferramentas para evitar riscos desnecessários.



