Quem fala desta história, no mínimo, curiosa, é o professor Luiz Puntel na coluna ‘Oficina de Palavras’
Nesta semana, o professor Luiz Puntel analisou em sua coluna a expressão “ovidites”, um termo inusitado que gerou curiosidade e perplexidade. O foco da discussão foi uma bolsa Louis Vuitton microscópica, tão pequena que cabe em uma impressão digital.
Bolsa Microscópica: Uma Obra de Arte ou Brincadeira de Mau Gosto?
Criada pelo coletivo artístico norte-americano MSCHF, a bolsa, com 700 mícrons de largura, é uma sátira ao consumismo exacerbado. Sua dimensão diminuta, menor que um grão de sal e capaz de passar pelo buraco de uma agulha, questiona o valor atribuído a objetos de luxo.
O Leilão e o Alto Valor da Bolsa
A bolsa foi leiloada por US$ 63 mil, o equivalente a aproximadamente R$ 300 mil. Este valor exorbitante para um item praticamente invisível a olho nu levanta questionamentos sobre o mercado de luxo e a percepção de valor.
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Reflexões sobre o Consumo e o Absurdo
A discussão sobre a bolsa microscópica da MSCHF nos leva a refletir sobre o consumismo desenfreado e a atribuição de valores desproporcionais a objetos de luxo. A peça, embora extravagante, serve como um comentário crítico sobre a cultura de consumo e a busca por status.