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Você conhece as propriedades do aspartame? Um adoçante frequentemente recomendado por nutricionistas

Apesar de conter pouca caloria, a substância pode trazer riscos relacionados ao câncer; entenda na coluna 'CBN Nutrição'
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Apesar de conter pouca caloria, a substância pode trazer riscos relacionados ao câncer; entenda na coluna 'CBN Nutrição'

Apesar de conter pouca caloria, a substância pode trazer riscos relacionados ao câncer; entenda na coluna ‘CBN Nutrição’

O aspartame, um adoçante artificial muito popular devido ao baixo teor calórico e alto poder adoçante, tem sido alvo de estudos recentes do Instituto Nacional do Câncer e da Organização Mundial da Saúde. Esses estudos investigam a possível relação entre o consumo de aspartame e o aumento do risco de tumores e outros problemas de saúde.

De onde vem o aspartame?

O aspartame é produzido a partir de dois aminoácidos: ácido aspártico e fenilalanina, encontrados naturalmente em alimentos como o leite. No entanto, esses aminoácidos passam por um processo industrial, sendo ligados por um éster de metila (metanol), tornando o aspartame uma substância artificial, e não natural.

Riscos do consumo de aspartame

Estudos classificam o aspartame como possivelmente cancerígeno em humanos, levantando suspeitas, que necessitam de mais pesquisas, sobre sua possível ligação com o câncer de fígado. A preocupação reside também no consumo excessivo do adoçante, muitas vezes superior ao recomendado, devido à falta de cautela por parte dos consumidores.

Alternativas ao aspartame e ao açúcar refinado

Existem diversas alternativas mais saudáveis ao aspartame e ao açúcar refinado. A melhor opção é consumir o açúcar natural presente nas frutas. Outras alternativas incluem frutas desidratadas (como uvas passas), açúcar demerara (menos processado e sem aditivos químicos), açúcar cristal e açúcar mascavo (embora este último tenha um sabor residual que pode não agradar a todos). Adoçantes naturais, como a estévia, também são opções, apesar de seu sabor ser diferente do aspartame. É importante ressaltar que a OMS desaconselha o uso de adoçantes para perda de peso, mas eles podem ser utilizados por pacientes diabéticos, desde que com cautela e sob orientação médica. Outras opções como sacarina, ciclamato, acessulfame e sucralose também são desaconselhadas pela OMS para emagrecimento.

Em resumo, a escolha do adoçante deve ser criteriosa, considerando os riscos e benefícios de cada opção. A busca por alternativas mais naturais e o consumo consciente são fundamentais para uma alimentação saudável.

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