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Você conhece bem a sua mãe? Quais são as queixas mais comuns?

Em comemoração ao Dia das Mães, a psicologa Danielle Zeoti, preparou uma coluna especial para falar do comportamento de uma mãe
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Em comemoração ao Dia das Mães, a psicologa Danielle Zeoti, preparou uma coluna especial para falar do comportamento de uma mãe

Em comemoração ao Dia das Mães, a psicologa Danielle Zeoti, preparou uma coluna especial para falar do comportamento de uma mãe

Neste Dia das Mães, a psicóloga Dani Elzeotti discute os desafios da maternidade em entrevista à CBN. A conversa aborda a construção contínua da identidade materna, desde a gestação até a fase adulta dos filhos, desmistificando a ideia romântica de que “quando nasce um bebê, nasce uma mãe”.

A Maternidade como Construção Contínua

Dani Elzeotti destaca que a maternidade é um processo de construção constante, moldado pela relação com o filho em cada etapa de seu desenvolvimento. Ser mãe de um bebê, criança, adolescente ou adulto são experiências distintas que exigem adaptações e aprendizados contínuos. A psicóloga enfatiza a importância de reconhecer essa dinâmica e evitar a autocobrança excessiva.

A Síndrome da Exaustão Materna

A psicóloga alerta para o alto índice de mães que sofrem com a síndrome de exaustão profissional, muitas vezes agravada pelo trabalho remoto durante a pandemia. A sobrecarga de funções – profissional, materna, conjugal, doméstica – leva ao esgotamento físico e emocional. Sintomas como falta de energia, desinteresse, choro fácil, ansiedade e distúrbios do sono podem indicar a necessidade de descanso e, em casos mais graves, acompanhamento profissional (clínico e psicológico).

Lidando com a Adolescência

A entrevista também aborda os desafios da maternidade na fase da adolescência, marcada pela rápida evolução tecnológica e mudanças comportamentais. Dani Elzeotti compartilha sua experiência pessoal, destacando a importância do bom humor, limites firmes e a aceitação de que os filhos não compartilharão todos os aspectos de suas vidas. A busca por uma relação leve e de confiança, mesmo com a imposição de regras, é fundamental para manter o vínculo mãe-filho.

A conversa finaliza com uma mensagem de apoio e solidariedade a todas as mães, especialmente àquelas que enfrentam a dor da perda de um filho. A psicóloga reforça a importância do autocuidado e da busca por ajuda profissional quando necessário, para que as mães possam vivenciar a maternidade de forma mais plena e saudável.

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