Além desta comparação, sommelier também fala sobre dificuldades que as microcervejarias têm enfrentado, no ‘Cerveja de Conteúdo’
O mercado de microcervejarias enfrenta desafios relacionados à percepção do consumidor sobre o sabor e a potência de suas cervejas. Muitas pessoas associam erroneamente cervejas artesanais a sabores amargos e fortes, o que não é necessariamente verdade.
Desmistificando a Cerveja Artesanal
A força e o amargor de uma cerveja dependem do seu estilo, e não do tamanho da cervejaria. O consumidor brasileiro está habituado a cervejas leves, como as light lagers (conhecidas como pilseners), mas existem diversos outros estilos, com diferentes perfis de sabor e teor alcoólico.
A Questão do Preço e da Qualidade
Cervejas artesanais costumam ser mais caras que as industriais, mas isso se justifica pela qualidade dos ingredientes e do processo de produção. O apelo é pela mudança de hábito: priorizar a qualidade em detrimento da quantidade. Experimentar diferentes estilos permite ao consumidor descobrir novas experiências sensoriais.
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Preservando a História Cervejeira
A preservação da cultura cervejeira é fundamental. Em Ribeirão Preto, por exemplo, a proposta de tornar a marca de cerveja Nígria patrimônio imaterial demonstra o reconhecimento da importância histórica e cultural da produção local de cervejas. A exploração de diferentes estilos e a valorização da qualidade elevam a experiência de consumo, transformando-a em cultura.