Eduardo Soares elenca os riscos desta prática e orienta os usuários a sempre alterarem as chaves; ouça o ‘Mundo Digital’
Mais de 60% dos brasileiros compartilham suas senhas com outras pessoas, expondo-se a riscos de invasão de contas e prejuízos financeiros. Essa prática, aparentemente inofensiva, pode ter consequências graves, como alerta o professor Eduardo Soares.
Segredos e Senhas: Uma Comparação Delicada
Compartilhar uma senha é tão arriscado quanto compartilhar um segredo. A garantia de sigilo, mesmo pedindo discrição, não existe. A pesquisa revela que 73% dos entrevistados conhecem as senhas de seus parceiros atuais, e 18% sabem as senhas de ex-parceiros. Essa prática coloca em risco informações pessoais e financeiras.
Os Riscos do Compartilhamento de Senhas
Além do risco de vazamento para muitas pessoas, o compartilhamento de senhas aumenta a vulnerabilidade a golpes. Uma senha comprometida pode ser usada para acessar contas bancárias, redes sociais e outros aplicativos, causando prejuízos financeiros e transtornos. Golpes como o “answear”, onde criminosos pedem dinheiro para devolver dados roubados, são cada vez mais comuns.
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Protegendo suas informações
Para evitar problemas, é crucial evitar o compartilhamento de senhas. Troque suas senhas periodicamente, principalmente após o término de um relacionamento. Utilize ferramentas como o LastPass para gerenciar senhas de forma segura e centralizada. Crie senhas fortes, com mais de oito caracteres, combinando letras, números e símbolos. Lembre-se: suas senhas são como chaves, proteja-as como tal.