Professor Luiz Puntel relaciona a ‘arte de lavar louças’ com os deveres do nosso cotidiano; ouça a coluna ‘Oficina de Palavras’
A arte de lavar a louça: um ritual cotidiano
A louça que fala
O professor Luiz Ponteu compartilha conosco um hábito corriqueiro: lavar a louça. Para ele, essa atividade doméstica, muitas vezes vista como trivial, revela-se uma verdadeira arte, um ritual diário que exige constância e dedicação. A metáfora utilizada é brilhante: assim como os monges têm suas orações diárias, a louça acumulada “canta” sua cantiga, pedindo para ser lavada. Os pratos e panelas parecem bater um ritmo sincopado, um chamado insistente para a ação.
A importância da constância
A analogia da louça que “pede” para ser lavada serve para ilustrar um ponto importante: a constância nos hábitos cotidianos. Seja na educação dos filhos, no trabalho ou nos estudos, a falta de dedicação e a procrastinação geram acúmulo e, consequentemente, desespero. Assim como a louça suja, as tarefas pendentes nos lembram de nossas responsabilidades e da necessidade de organização.
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Entrega e compromisso
Professor Luiz Ponteu finaliza sua reflexão com uma mensagem sobre a importância da entrega e do compromisso em todas as áreas da vida. Seja no ambiente profissional, onde a falta de entrega é um mau sinal, ou nos estudos, a constância é fundamental para o sucesso. A lição é clara: a organização e a responsabilidade são essenciais para evitar o acúmulo de tarefas e o consequente estresse.
A rotina de lavar a louça, portanto, transcende a simples limpeza doméstica, tornando-se uma metáfora para a importância da organização, da constância e do compromisso em nossas vidas. Afinal, assim como a louça limpa garante um ambiente agradável, a organização em nossas tarefas contribui para uma vida mais equilibrada e tranquila.