Tire suas dúvidas com a nutricionista Cristina Trovó na coluna ‘CBN Nutrição’
A culinária oriental, e em especial a japonesa, tornou-se um fenômeno no Brasil, movimentando mais de 19 bilhões de reais anualmente. Apesar da fama de ser uma opção leve para quem busca emagrecer, é preciso cautela.
Cuidado com as quantidades e escolhas
A nutricionista Cristina Trovó alerta que o consumo de comida japonesa não é um passe livre para perder peso. Rodízios, por exemplo, podem levar ao consumo excessivo de calorias. É fundamental controlar a quantidade de comida e optar por preparações mais saudáveis, evitando frituras como tempurá, hot roll e rolinho primavera, que são ricas em calorias.
Atenção aos ingredientes e à higiene
Outros cuidados importantes incluem a moderação no consumo de arroz japonês e gengibre em conserva (que costumam conter açúcar), e a escolha de preparações feitas com azeite em vez de manteiga. O shoyu, por ser rico em sódio, deve ser usado com moderação, principalmente para crianças. A escolha do restaurante também é crucial: priorize locais limpos e com boas práticas de higiene, pois o peixe é um alimento perecível.
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Benefícios da culinária japonesa
Apesar dos alertas, a comida japonesa oferece diversos benefícios à saúde. O peixe, rico em proteínas, fósforo, cálcio e iodo, é um destaque. As algas também são fontes de iodo, essenciais para a tireoide. O tofu, um queijo vegetal, e cogumelos como shiitake e shimeji, são ricos em cálcio e fibras. Com escolhas inteligentes e consumo moderado, a culinária japonesa pode ser uma opção nutritiva e saborosa.