Professor Luiz Puntel usa a expressão para falar da morte de um colega; ouça a coluna ‘Oficina de Palavras’
A palavra de hoje é impermanência, um tema que permeia nossas vidas e nos confronta com a realidade de que nada é para sempre. Transitório, incerto, efêmero: são sinônimos que refletem a natureza passageira de tudo.
A poesia e a impermanência
A poesia de Mario Quintana, com versos como “Quando se vê, já são seis horas”, ilustra a rapidez com que o tempo passa. Essa efemeridade nos atinge de diversas maneiras, como a perda inesperada de pessoas queridas.
A perda e a reflexão sobre a impermanência
A morte repentina de Renato, fisioterapeuta e amigo, trouxe à tona a dura realidade da impermanência. A experiência da perda gerou um sentimento de choque e descrença, confrontando a ideia de que alguém tão ativo e preocupado com a saúde pudesse partir tão cedo. O fato de Renato ter sido um ser que compartilhava suas descobertas, ensinamentos e paixão pelas artes, deixa um legado que permanece.
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Um legado que permanece
Renato, um ser que cultivava a poesia e a expressão corporal, deixou uma marca significativa na vida de seus pacientes e amigos. Sua dedicação, seus ensinamentos e sua paixão pelas artes, como a poesia de Drummond, que valoriza o “ser”, permanecem como uma lembrança forte. A impermanência da vida nos lembra da importância de valorizar cada momento e das relações que construímos.