Nutricionista, Cristina Trovó, explica quais alimentos podem contribuir para o inchaço e como evitá-los; ouça o ‘CBN Nutrição’
A distensão abdominal é caracterizada pelo aumento da região baixa do abdômen, causando desconforto e, em alguns casos, dores prolongadas. Diferentemente do estômago alto, que ocorre após a ingestão de grandes quantidades de alimentos, a distensão abdominal resulta da formação de gases no intestino.
Causas da Distensão Abdominal
A distensão abdominal pode ser um sintoma de diversas condições, como doença de Crohn, intolerância à lactose e síndrome do intestino irritável. No entanto, em muitos casos, ela é uma reação ao consumo de alimentos fermentáveis. Alimentos como leguminosas (feijão, grão-de-bico, lentilha), brócolis, repolho e doces podem contribuir para a formação de gases.
Prevenção e Tratamento
Para minimizar a distensão abdominal, algumas estratégias podem ser adotadas. O molho prévio de leguminosas por 12 horas, com troca da água duas vezes, reduz a produção de gases. Pacientes intolerantes à lactose podem tolerar iogurte. O consumo moderado de brócolis e repolho, evitando a combinação dos dois, também é recomendado. A redução ou eliminação de doces e bebidas gaseificadas (refrigerantes, bebidas alcoólicas) é crucial. Mastigar bem os alimentos e evitar o consumo excessivo de líquidos durante as refeições também ajuda a prevenir a má digestão e a formação de gases. A atividade física regular e massagens abdominais contribuem para um melhor trânsito intestinal, aliviando a distensão.
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A duração da distensão abdominal varia, dependendo dos hábitos alimentares e da prática de exercícios físicos. A adoção de hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada e a prática regular de atividade física, são essenciais para a prevenção e alívio da distensão abdominal.