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Você sabia que a palavra ‘quase’ salvou a vida do professor Luiz Puntel?

Na coluna 'Oficina de Palavras', o colunista conta sobre quando, por pouco, não foi picado por um escorpião
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Na coluna 'Oficina de Palavras', o colunista conta sobre quando, por pouco, não foi picado por um escorpião

Na coluna ‘Oficina de Palavras’, o colunista conta sobre quando, por pouco, não foi picado por um escorpião

A coluna Oficina de Palavras desta semana traz uma reflexão sobre a importância da palavra “quase”. O mestre Luiz Puntel narra um episódio em que a palavra quase o salvou de uma picada de escorpião.

Um encontro com um escorpião

No domingo de manhã, enquanto removia ervas daninhas em seu jardim, Luiz quase foi picado por um escorpião. A percepção da presença do animal, representada pela palavra “quase”, permitiu que ele reagisse a tempo, evitando a picada.

A importância do “quase” e a prevenção

O incidente levou Luiz a refletir sobre a importância da prevenção. Ele destaca a relação entre escorpiões e insetos, e como o uso de inseticidas pode, paradoxalmente, aumentar o risco de encontros com escorpiões. A reportagem do Fantástico sobre animais peçonhentos reforçou a necessidade de atenção e cuidado.

Procurando ajuda: a importância de locais de referência

Em caso de picada de escorpião, é crucial buscar ajuda médica em hospitais de referência que disponham de soro anti-escorpiônico. Luiz alerta para a necessidade de pesquisar previamente os locais adequados em sua cidade, evitando perda de tempo em hospitais que não possuem o tratamento necessário. A palavra “quase” serviu como um alerta, mostrando a importância da prevenção e da busca por ajuda qualificada em situações de risco.

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